Resenhas

Cinema |A Fall from Grace – Assistir ou saltar? | Opinião

Imagem via Netflix

Título: A Fall from Grace (PT: O limite da traição)

Direcção: Tyler Perry

Elenco Principal: Crystal Fox, Phylicia Rashad, Bresha Webb, Cicely Tyson, Tyler Pery

Género: Drama

Ano: 2020

Sinopse:

“Grace fica desiludida após descobrir um caso extraconjugal do marido. Posteriormente, ela reencontra a felicidade num novo amor. Mas, segredos vêm à tona e o seu lado vulnerável torna-se violento”.

Opinião:

Tyler Perry continua a apostar em dramas do quotidiano que apesar de parecerem comuns, não deixam de espelhar algumas realidades do mundo torto em que vivemos, nas quais vale a pena pensar de vez em quando.

Quem viu “Acrimony”, produção anterior de Perry, vai facilmente identificar tais traços logo no início da película que conta a história de Grace, uma mulher que encontra-se detida, aguardando julgamento pelo (alegado) homicídio do esposo. O desenvolvimento da trama é lento, e quem nos dera entender a razão de alguns efeitos visuais serem tão arcaicos. Mas questões técnicas à parte, a construção dos protagonistas também deixa a desejar. Mais rasos não poderiam ser. É difícil criar empatia com Jasmine (Bresha Webb), pois ao contrário das tramas em que nos habituamos a ver os advogados socorrerem-se da inteligência para salvarem(-se de) casos aparentemente impossíveis, é impossivel engolir o nível de incompetência que Jasmine nos atira goela abaixo.

Por outro lado, o plot envolvendo o conto do vigário no qual caí a protagonista Grace é mais provável do se imagina (assustador na verdade), apresentado de forma suficientemente convincente para nos prender ao ecrã e fazer reflectir. Desta forma, apesar das suas falhas, A Fall from Grace acaba por sair-se bem nas reviravoltas, e consegue apelar a audiência pelo tema familiar e pertinente.

Recomendável para quem busca um filme de suspense, sem grandes complexidades.

A nossa pontuação: 3,0 em 5 estrelas.

Confira o trailer:

Imagens via Netflix.

(por VF – da tripulação)

Cinema (Filmes / Séries), Resenhas

Cinema | Living with yourself – Série |– Opinião

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Foto: noticiasetecnologia

Premisa

Living with Yourself conta a história de um homem, que após um estranho tratamento num “SPA”, que garante uma vida melhor, acaba por acordar e descobrir que foi substituído por um clone.

Opinião

No que se refere ao quesito humor, ninguém melhor que Paul Rudd e suas imperdíveis expressões, para arrancar algumas gargalhadas. Nesta produção da Netflix, Paul Rudd encarna um papel duplo, com grande habilidade e mestria. Mas, ao contrário do que se possa pensar, não se trata apenas de uma comédia. Living with yourself consegue retratar de forma comovente, um drama bastante provável na vida de qualquer um de nós.

Já alguém desejou experimentar uma mudança drástica, seguir um caminho diferente, ser outra pessoa? Bem, Miles é um homem insatisfeito e farto da rotina que leva. Nesse contexto, é atraído para um “SPA” que promete transformá-lo numa melhor versão de si mesmo, dando-lhe a promessa de uma vida mais feliz. O que Miles desconhece, entretanto, é que o SPA cria clones, matando os originais. Para o bem da série, Miles original sobrevive.

A princípio, o clone acaba sendo útil para Miles original, pois fica com a rotina mais chata (como por exemplo ir ao serviço) enquanto Miles original deixa-se estar em casa, entretido nas coisas que já não tinha tempo para fazer (como por exemplo, escrever o seu romance). Parece promissor, mas as consequências de haver uma única vida, para duas pessoas, são bastante previsíveis e depressa começam a pesar no Miles original (mais uma vez, ilações sobre consequências inesperadas da tecnologia, como em “Black Mirror” são aqui salientadas).

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Imagem: Hollywoodreporter

Esta série tem o mesmo conceito apresentado na película brasileira “um homem só”, estrelando Vladimir Brichta, todavia, diferente do tom mais escuro do filme, Living with yourself consegue abordar a crise existencial e de um casamento a afundar, sem entretanto tornar-se pesada. A actuação, tanto de Paul Rudd (por sinal brilhante), como de Aisling Bea, é bastante plausível, e o final da primeira temporada deixa as portas abertas para um interessante seguimento. São oito episódios assistiveis numa sentada, com uma narrativa dinâmica que mantém o constante interesse pela perspectiva múltipla dos personagens, e os saltos cronológicos entre o passado e o futuro.

Uma série que vale a pena conferir.

A nossa classificação: 3.5 de 5 estrelas

Cinema (Filmes / Séries), Resenhas

Cinema| The I-land – o grande desastre da Netflix |Opinião

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Fonte Imagem: Nit

Ano: 2019

Premisa

“The I-Land” conta a saga de dez pessoas que acordam numa ilha deserta e perigosa, sem memória de quem são ou de como lá chegaram. Cedo, elas percebem que terão de enfrentar alguns desafios físicos e psicológicos para sobreviverem.

Opinião

Logo nos primeiro minutos da série, é impossível não fazer uma analogia directa com a célebre “Lost”, pese embora nós da tripulação nem sequer tenhamos assistido a esta. Apenas conhecemos o seu conceito. A construção gráfica e a escolha da sonoplastia lembra, de igual forma “3%”, outra produção da Netflix, com o senão de “The I-Land” estar muito abaixo desta . O conceito puxa também um bocado por “black mirror” (mas desprovida do talento desta).

Sem mais delongas, “The I-Land” é pouco original e simplesmente desastrosa. Ela gira entre o enfadonho e o ilógico. Algumas sequências são tão absurdas que acabam arrancando algumas gargalhadas, embora não haja graça nenhuma. Quando um personagem que acorda sem memórias, numa ilha deserta, decide ignorar estas circunstâncias assustadoras e prefere ficar relaxado a apanhar banhos de sol na praia, revelam-se claros indícios de haver um sério problema na caracterização dos personagens. E o que dizer do personagem que vai para o mar, mesmo tendo visto um colega ser morto por um tubarão nesse mesmo mar?

Não é assim de surpreender, que os personagens ao longo da trama não evoluam, não parem de revelar sistematicamente as suas inconsistências, e até mesmo desinteresse em estarem aptos a dinâmica que a narrativa exige. Perante escolhas que podem determinar a vida ou a morte, os personagens fazem decisões simplesmente arbitrárias, sem qualquer raciocínio. As relações e a dinâmica entre os personagens é extremamente artificial, sem nada de orgânico.

É como se aos criadores da série, faltasse total atenção aos detalhes da narrativa, deixando passar estas terríveis falhas.

Ao longo da trama acompanhamos com alguma profundidade a história da protagonista Chase (Natalie Martinez), KC (Kate Bosworth) e Cooper (Ronald Peete), mas os restantes sete, não parecem suficientemente importantes para serem desenvolvidos. Há única coisa que sabemos acerca de todos eles, é que carregam alguma culpa, razão pela qual, encontram-se na ilha. Talvez resida aqui, algum mérito da série, a discussão filosófica que pretende trazer, sobre o que é moralmente condenável, e se o comportamento criminal do homem é inerente à sua natureza, ou às circunstâncias e o ambiente em que se encontra. Debate pertinente, mas cuja relevância acaba por perder-se pela pobre execução, e a narrativa tão mal escrita.

Apesar de ser uma série limitada, com apenas (felizmente) 7 episódios, não se recomenda.

Confira o trailer:

A nossa classificação: 1.5 de 5 estrelas

 

 

Cinema (Filmes / Séries), Dicas, Opiniões, Uncategorized

Cinema | Always a Witch – Siempre Bruja (Seriado 2019) – Opinião

siempre_bruja_0.jpgImagem via Netflix

Opinião

A magia e a bruxaria são temas aos quais a indústria cinematográfica não se cansa de recorrer. Deve ser por alguma razão. E ora vejamos, numa mistura entre magia e viagens no tempo, não parece sobrar espaço para uma receita falhada.

Assim, o trailer e a sinopse da nova série espanhola despertaram todos os nossos sentidos: uma bruxa de muitos séculos passados, viaja ao futuro nos dias de hoje, para salvar o amor da sua vida e ao mesmo tempo derrotar um perigoso inimigo.

A série desenlaça logo nos primeiros minutos, onde descobrimos que, afinal, Cármen Eguilaz (Angely Gaviria) é uma escrava acusada de bruxaria e de ter enfeitiçado o seu amo, com quem vive um romance proibido, sendo condenada à pena de morte e queimada na fogueira, como acontecia na época da inquisição. O seu amado, não suportando perdê-la, tenta salvá-la, mas acaba morto a tiro. Assim, enquanto arde na fogueira, Cármen consegue viajar ao futuro, para cumprir uma missão que lhe foi dada por um poderoso bruxo, com a promessa de no fim da missão, poder regressar ao momento em que o amado ainda está vivo e salvá-lo.

A opinião crítica latina sobre esta série é surpreendentemente confusa. Enquanto a audiência parece feliz em ver na TV uma poderosa protagonista Afro-Latina num seriado deste género, muitos torcem o nariz ao romance que impulsiona a trama, ou seja, a história de amor entre uma escrava e o seu senhorio. Nós, sinceramente, não vemos o porquê deste “plot” ferir tanto as sensibilidades e ser alvo de uma crítica feroz, quando está dentro de um contexto histórico que, no final das contas, não deixou de existir. O passado não se apaga, mas com ele podemos aprender a não repetir os erros.

Agora, se formos a falar de como comporta-se esta personagem que sai dos anos 1600 e chega ao futuro, aí sim, podemos ter bastante para questionar.

Eis o que achamos que foi executado de forma muito pobre nesta série: histórias que envolvem viagens no tempo, normalmente envolvem certo cepticismo da personagem que se vê num mundo diferente. Mas nesta série, a bruxa Cármen Eguilaz chega ao futuro e já vai marchando para a universidade, sem grandes dificuldades e sem ficar abismada com a modernidade a sua volta, nem com o tratamento igual entre pessoas (mais uma vez, ela vem da época da escravatura). Será que estava a evitar-se um cliché? Talvez, mas os lugares comuns, às vezes têm certa razão de ser, e aqui fizeram alguma falta.

Tirando este ponto que é uma espécie de falling flat para a expectativa dos telespectadores, a série é leve e mantém um bom ritmo, mostrando com sucesso o desenvolvimento de Cármen como figura feminina cheia de força, transformando-se num modelo a seguir. “Nós somos escravas, mas a senhora também é escrava. É escrava do seu marido, da sua religião e da sua sociedade. Se o preço para eu ser livre é casar-me, então não me caso”, é algo mais ou menos assim que lança Cármen Egulilaz, a dada altura, dotada pelo conhecimento dos seus direitos.

Destaque vai também para John-Kyi (Dylan Fuentes) que abrilhanta a série nos momentos em que esta precisa de um ar mais fresco.

A primeira temporada tem apenas 10 episódios, e para entretenimento geral, é uma série em que se pode apostar.

Confira o trailer:

A nossa classificação: 3 de 5 estrelas

 

Cinema (Filmes / Séries), Opiniões, Resenhas

Cinema | 5 séries difíceis de não fazer bing watching

Cinema | 5 séries difíceis de não fazer bing watching

Tudo em excesso faz mal, diz o ditado, mas quem é que não cai na tentação do bing watching (maratona de TV) quando trata-se de séries infalivelmente viciantes? Especialmente num feriado ou fim de semana mais sossegado? Não há pecado (tão grande) nisso. Se você é fã de séries com suspense e “plot twists” inimagináveis, do género que quase leva ao ataque cardíaco, então não pode perder estas séries. Vai ser um episódio atrás do outro, sem remorso.

Confira:

How to get away with murder (BR como defender um assassino)

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Desde 2014 / 43 minutos / Drama legal, mistério

Produtor executivo: Shonda Rhimes

Idioma: inglês

A série revolve a volta de Annalise Keating, uma célebre advogada de direito penal que também dá aulas. Annalise selecciona cinco dos seus melhores alunos para trabalharem com ela no seu escritório e cedo, sem querer, todos eles vêem-se envolvidos numa trama de assassinatos. Uma série com ganchos muito bem conseguidos e bastante imprevisível. De cortar a respiração. Confira o trailer:

 

3 Por cento (BR)

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Desde 2014 / 38-49 minutos / Drama / Thriller / Ficção cientifica

Autor: Pedro Aguilera

Idioma: Português

Ficção científica brasileira, esta série é retratada num mundo pós apocalíptico, onde o planeta terra está devastado. A população encontra-se dividida em dois mundos: os do Continente (do lado de cá), um lugar degradado e sem recursos, e os do Maralato (do lado de lá), praticamente um paraíso, com abundância de recursos. O sonho de todos os habitantes do lado de cá é ir ao lado de lá. Para tal, existe apenas uma chance: aos 20 de idade, participar do “Processo”, que é a selecção dos que vão passar ao lado de lá. E só serão seleccionados apenas 3% da população. Uma série provocante e inteligente, que apesar de lembrar distopias como hunger games e divergentes, consegue ir bem mais além. O trailer fala por si:

 

Sense 8

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2015-2018 / 46 – 151 minutos / Ficção científica, drama

Autores: The Wachowskis; J. Michael Straczynski

Idioma: inglês

Sense 8 apresenta um conceito distinto do habitual. A história revolve a volta de oito desconhecidos, cada um a morar num continente diferente. Estas pessoas, de repente, ao mesmo tempo, tem uma visão violenta de uma mulher a morrer. Depois desta visão, elas descobrem que estão mentalmente e emocionalmente ligadas uma à outra. É o dom dos chamados “sensates”, e é esse mesmo dom que eventualmente os coloca em perigo,  na mira de “whispers”, um perigoso caçador de “sensates”. Se você gosta de conceitos inovadores, conhecer culturas e de temas novos, vai adorar esta série. Confira o trailer:

 

 

Black Mirror

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Desde 2011 / 41-89 minutos / Ficção cientifica, sátira

Produtor executivo: Charlie Brooker

Idioma: inglês

Black mirror é uma série de ficção científica que gira a volta de temas obscuros sobre a sociedade moderna e as consequências imprevistas das novas tecnologias. Trata-se de uma antologia, com episódios autônomos. É uma série que vai levar os seus neurónios ao extremo. De tão intensa e perturbadora, apesar de viciante, o melhor é não fazer longas maratonas desta série, sob pena de ficar com o sono perturbado.

Trailer:

 

La casa de papel (EN Money Heist / PT A casa de papel)

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2017 / 43 minutos / Drama, Suspense, assalto

Autor: Alex Pina

Idioma: Espanhol

Por unanimidade, os tripulantes do diário da qawwi elegeram esta como uma das melhores séries exibidas pela Netflix e quiçá da televisão. Um homem misterioso (o “professor”), planeia durante grande parte da sua vida um assalto na casa de moeda de Espanha. Para executar o plano, recruta oito pessoas que não tem nada a perder. O objectivo do professor é ter a opinião pública a seu favor. E será que você telespectador, vai apoiar a façanha destes ladrões? Simplesmente brilhante.

Trailer:

Imagens via ABC e Netflix

Cinema (Filmes / Séries)

Cinema | When the Bough Breaks – o filme que não consegue quebrar as expectativas| Opinião

1473709627-when-the-bough-breaks-dom-df-11445_rgbTítulo: When the bough breaks

Direcção: Jon Cassar

Elenco Principal: Morris Chestnut, Regina Hall e Jaz Sinclair

Género: Drama

Ano: 2016

Imagens via comingsoon.net

O filme foi produzido pela Unique Productions e distribuído pela Screen Gems, mas pode ser encontrado no leque de propostas da Netflix. Com uma capa e título tão sugestivos, não sabemos por onde começar a opinar sobre a realidade deste decepcionante projecto. When the bough breaks conta a história de Laura (Regina Hall) e John (Morris Chestnut), um casal rico que infelizmente não consegue realizar o sonho de conceber um filho. Recorrendo ao último embrião que lhes resta, conseguem finalmente encontrar, através de uma agência, uma barriga de aluguer para o seu filho: Anna Walsh (Jaz Sinclair) uma jovem simpática, meiga, atraente e cheia de boas intenções.

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Depressa o casal convida a moça para morar com eles durante o período da gestação. Algo que logo a primeira desperta-nos um certo sentido de perigo, pois levar uma estranha para casa (pelo menos nos filmes), equivale a pedir sarilhos. Com efeito, Ana Walsh revela-se não ser tão estável nem tão inocente quanto parecia.

Este filme usa uma fórmula antiga (obsessão e afins) mas nada faz para acrescentar um diferencial que compense os cerca de 107 minutos cheios de treta. Como resultado, temos uma trama aborrecidamente previsível. Todos os “red flags” são praticamente atirados nos primeiros minutos da trama, mas mesmo assim, os protagonistas acabam envolvendo-se naquilo que torna-se o seu pior pesadelo. Para o telespectador, entretanto, o suspense é praticamente inexistente. Para que o roteiro funcione, a história obriga a que os personagens alterem o seu carácter e sejam inconsistentes. John, exemplo, o esposo exemplar, atento e esperto, começa a tomar decisões incrivelmente tolas nas horas mais importantes. Ou seja, os personagens não desenvolvem, nem movem a história. É ao contrário: a história sacrifica os personagens.

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Assim, nem o charme de Morris, a beleza de Sinclair ou o carisma de Hall salvam esta película. Certamente pretendeu-se passar aqui algumas boas lições, que até podem ser óbvias, mas ao usar este tipo de conceito, a indústria cinematográfica devia ter o cuidado de reformular e fazer sobressair os valores que realmente importam, de forma original, sob o risco de fracassar.

Confira o trailer o filme:

A nossa classificação: 2 de 5 estrelas

Cinema (Filmes / Séries)

Última hora: Black Mirror | divulgado trailer de filme interativo na Netflix

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Imagem via Cinepop

Quem aguardava desde Dezembro de 2017 por novidades da série Black Mirror não precisa esperar mais. A Netflix divulgou o trailer da película intitulada Bandersnatch, o qual, segundo consta, será um filme interativo, com uma duração de aproximadamente  cinco horas. Segundo a descrição do canal da Netflix no Youtube “no ano de 1984, um jovem programador começa a questionar a realidade a sua volta, à medida em que adapta um romance fantástico para um vídeo game, e começa a enfrentar um desafio perturbador

Confira o trailer:

Sobre a série:

Black mirror é uma série britânica de ficção científica lançada pela primeira vez no Channel 4 do Reino Unido, em dezembro de 2011. Os direitos da série foram posteriormente comprados pela Netflix em 2015, que produziu a terceira e a quarta temporada.

O episódio de estreia (temporada 1), na sua controvérsia, marcou o humor negro e os temas satíricos que tiram-nos do conforto e criticam a sociedade actual, ponderando sobre as consequências drásticas e imprevistas que podem advir do progresso da tecnologia.

Enquanto a Netflix deixa-nos na promissora espera pelo filme Bandersnatch, que vai ao ar amanhã (28 de Dezembro de 2018), os telespectadores continuarão de certeza a aguardar pela 5ª temporada da série, ainda sem data de estreia.

Mantenha-se ligado ao Diário de uma Qawwi para saber as novidades e para acompanhar opiniões sobre o filme e a série Black Mirror.